FILOSOFIA CLÍNICA
É uma abordagem terapêutica que utiliza a filosofia como base para compreender e auxiliar indivíduos em suas questões pessoais. Diferente de outras abordagens psicológicas, a filosofia clínica não parte de um modelo universal de saúde ou normalidade, mas busca compreender a singularidade de cada pessoa, respeitando sua história, forma de pensar e maneira de lidar com o mundo.
Principais características:
Indivíduo como singularidade: Cada pessoa é vista como única, e suas questões são analisadas dentro do contexto de sua própria experiência de vida.
Estrutura de pensamento: O filósofo clínico analisa a estrutura de pensamento do paciente (chamado de partilhante), buscando identificar como ele organiza suas ideias, valores e sentimentos.
Sem julgamentos universais: Não há aplicação de diagnósticos padronizados. Em vez disso, a terapia é personalizada, considerando os significados específicos que cada pessoa atribui à sua realidade.
Diálogo filosófico: A comunicação é essencial no processo, utilizando questionamentos filosóficos para aprofundar o autoconhecimento e trabalhar as questões apresentadas.
Ferramentas filosóficas: Os conceitos de grandes pensadores, como Sócrates, Nietzsche ou Heidegger, podem ser usados como recursos para ajudar na análise e na resolução de conflitos internos.
Objetivo:
A Filosofia Clínica busca ajudar as pessoas a encontrarem soluções para suas questões existenciais, promover o autoconhecimento e possibilitar uma vida mais alinhada com seus valores e objetivos.
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